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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Professora Amanda Gurgel, do RN, fala sobre situação crítica da educação e vira heroína nas redes sociais .

Professora Amanda Gurgel, do RN, fala sobre situação crítica da educação e vira heroína nas redes sociais.

RIO – A professora do Rio Grande do Norte Amanda Gurgel virou heroína da causa da classe, por melhores salários, nas redes sociais. Um vídeo no qual ela silencia os deputados do RN em audiência pública quando fala sobre a situação crítica da educação já tem mais de 54 mil visualizações no You Tube. Desde o começo da tarde desta quarta-feira (18) o nome “Amanda Gurgel” já está na lista brasileira dos Trending Topics, no Twitter.

Em seu depoimento, Amanda Gurgel acaba fazendo um resumo preciso sobre o quadro da educação no Brasil apresentando seu contracheque de R$ 930 reais. “Como as pessoas até agora, inclusive a secretária Bethania Ramalho, apresentaram números, e números são irrefutáveis, eu também vou fazê-lo. Apresento um número de três algarismos apenas, que é o do meu salário, de R$ 930″.

A professora continua seu discurso dizendo que “os deputados deveriam estar todos constrangidos com a educação no estado do Rio Grande do Norte e no Brasil. Não aguentamos mais a fala de vocês pedindo para ter calma. Entra governo, sai governo, e nada muda. Precisamos que algo seja feito pelo estado e pelo Brasil. O que nós queremos agora é objetividade”.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

GRUPO DE PESQUISA REALIZA SEMINÁRIO SOBRE POVOS INDÍGENAS

O grupo de pesquisa Cultura, Identidade e Representações Simbólicas (CIRS) da UFRN, juntamente com o Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (UFRN) e o grupo de pesquisa Cultura, Arte e Sociedade (IFRN), promove o seminário “Povos indígenas: identidade étnica e diversidade cultural”. O evento será realizado de 31 de maio a dois de junho, no miniauditório do IFRN, Campus Central.


O evento tem o objetivo de estimular outras formas de pensar e enxergar o índio, discutir a pluralidade étnica e abordar o respeito à mesma, apresentar discussões sócio-antropológicas sobre etnicidade, fundamentais para compreensão da condição étnica indígena e fornecer dados e conhecimentos sobre a presença indígena no Rio Grande do Norte.



A programação do seminário conta com mostras de vídeos etnográficos, palestras relacionadas ao tema e uma exposição fotográfica, cujo foco será o universo social indígena. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de dez a 27 de maio na secretaria do Departamento de Antropologia da UFRN ou no Departamento de Extensão do IFRN. As vagas são limitadas.



Mais informações pelo telefone 3215-3653.



Agecom

quinta-feira, 5 de maio de 2011

UFRN realiza 1º Encontro Regional de Educação a Distância

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através da Pró-reitoria de Extensão (PROEX) e da Secretaria de Educação a Distância (SEDIS), promove, nos dias 12 e 13 de maio, o 1º Encontro Regional de Educação a Distância. O evento será realizado no auditório Otto de Brito Guerra, na Reitoria, e contará com convidados da instituição e de outras universidades que irão proferir palestras e participar de mesas redondas sobre a Educação a Distância no Rio Grande do Norte e no Brasil.

O encontro é direcionado a docentes, tutores, técnicos e discentes envolvidos na modalidade de Educação a Distância. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site. 

Agecom (UFRN)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Censo Escolar 2010 será lançado no próximo dia 26 de maio


O lançamento oficial do Censo Escolar 2010 será realizado no dia 26 de maio, às 9h, no Praia Mar Hotel, em Ponta Negra. Devem estar presentes ao evento, os secretários municipais de Educação, coordenadores, subcoordenadores e técnicos da Secretaria Estadual da Educação e da Cultura (Seec), como também as equipes das Diretorias Regionais de Educação (Direds).

O censo escolar consiste numa pesquisa declaratória anual que levanta informações estatístico-educacionais junto às unidades escolares, nos diferentes níveis e modalidades de educação e ensino, da rede pública e privada do país. Seu principal objetivo é&nbspfornecer informações e estatísticas para a realização de diagnósticos e análises sobre a realidade do sistema de educacional brasileiro, bem como, para fins de elaboração de indicadores, orientando o planejamento, a definição, a implementação e o monitoramento de políticas públicas.

O censo é usado ainda como referência para a execução de programas relativos à transferência de recursos, tais como merenda e transporte escolar, livros e uniformes, implantação de bibliotecas, instalação de energia elétrica, dinheiro direto na escola e FUNDEB entre outros.

Este ano o censo escolar vai trabalhar na atualização dos dados de 4.086 estabelecimentos de ensino do Rio Grande do Norte das redes públicas e privadas de ensino, além do cadastro de 944.406 matrículas e 45.634 docentes. Para tanto, a Coordenação Estadual do Censo Escolar se propõe a treinar anualmente as equipes estaduais, federais e municipais de educação.

Por se tratar de informações on-line, desde 2007 a escola é totalmente responsável pelas informações prestadas e a Coordenação Estadual, após o treinamento com os envolvidos, permanece com o trabalho para que todas as unidades escolares cadastradas não deixem de preencher o censo escolar.

No Rio Grande do Norte a coordenação do censo está a cargo da Secretaria Estadual de Educação, através da Assessoria Técnica e de Planejamento que em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e Diretorias Regionais de Educação realizam o levantamento dos dados e a coleta descentralizada. A coleta de dados do censo terminará no dia 31 de agosto.

EducaçãoRN

domingo, 16 de maio de 2010

Censo Escolar 2010 será lançado no dia 26


Por Agência RN
A Secretaria Estadual de Educação vai lançar, oficialmente, o Censo Escolar 2010 no próximo dia 26 de maio, às 9h, no Praia Mar Hotel, em Ponta Negra. Os organizadores convocam os secretários municipais de educação, coordenadores, subcoordenadores e técnicos da Secretaria Estadual da Educação e da Cultura (Seec), como também as equipes das Diretorias Regionais de Educação (Direds) para o evento. 

O censo escolar consiste numa pesquisa declaratória anual que levanta informações estatístico-educacionais junto às unidades escolares, nos diferentes níveis e modalidades de educação e ensino, da rede pública e privada do país. Seu principal objetivo é de fornecer informações e estatísticas para a realização de diagnósticos e analises sobre a realidade do sistema de educacional brasileiro, bem como, para fins de elaboração de indicadores, orientando o planejamento, a definição, a implementação e o monitoramento de políticas públicas.

O censo escolar é usado ainda como referência para a execução de programas relativos à transferência de recursos, tais como merenda e transporte escolar, livros e uniformes, implantação de bibliotecas, instalação de energia elétrica, dinheiro direto na escola e FUNDEB entre outros. Este ano o censo escolar vai trabalhar na atualização dos dados de 4.086 estabelecimentos de ensino do Rio Grande do Norte das redes públicas e privadas de ensino, além do cadastro de 944.406 matrículas e 45.634 docentes. 

Para tanto, a Coordenação Estadual do Censo Escolar se propõe a treinar anualmente as equipes estaduais, federais e municipais de educação. Por se tratar de informações online, desde 2007 a escola é totalmente responsável pelas informações prestadas e a Coordenação Estadual, após o treinamento com os envolvidos, permanece com o trabalho para que todas as unidades escolares cadastradas não deixem de preencher o censo escolar.

No Rio Grande do Norte a coordenação do censo está a cargo da Secretaria Estadual de Educação, através da Assessoria Técnica e de Planejamento que em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e Diretorias Regionais de Educação realizam o levantamento dos dados e a coleta descentralizada. A coleta de dados do censo terminará no dia 31 de agosto. 

Portal do Estado

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ampliar acesso à universidade é maior desafio

Os dados sobre o perfil dos alunos aprovados no último vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) preocupa os especialistas: a maioria é proveniente de escolas particulares, branca e não trabalha. Há muito vem se discutindo a elitização do ensino superior no país e esse será um dos temas abordados na primeira edição do ano do projeto Motores do Desenvolvimento do Rio Grande do Norte, uma realização da TRIBUNA DO NORTE, Fiern, Fecomércio/RN e RG Salamanca Investimentos, com patrocínio do Governo do Estado, Assembléia Legislativa, Câmara Municipal e UnP. O seminário será realizado no próximo dia 17, no auditório Albano Franco, na Casa da Indústria, a partir das 8h.


Os dados divulgados pela Comissão Permanente do Vestibular (Comperve) da UFRN mostram que embora a maioria dos inscritos no processo seletivo seja oriunda de escolas públicas, a maior parte dos aprovados é da rede particular. 49,2% dos inscritos são da rede pública, mas apenas 42,5% dos matriculados são oriundos da educação estatal. Enquanto isso, 51,4% do total de aprovados no último vestibular estudaram em escolas privadas.

Para a doutora em Educação e diretora do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), Cláudia Santa Rosa, isso demonstra que a universidade federal é frequentada principalmente pelas classes média e média alta. “Que é quem pode pagar pela educação privada”, diz.

Para o reitor Ivonildo Rêgo a elitização do ensino superior não pode ser negada, mas ele ressalta que está em curso um processo que visa amenizar essa discrepância. Segundo ele, a UFRN tem se preocupado com a ampliação no número de vagas, expansão dos cursos noturnos, na assistência ao aluno – através de bolsas auxílio –, e também na introdução de um mecanismo para ampliar o universo de alunos da rede pública que ingressam na instituição, sobretudo nos cursos mais concorridos como direito e medicina.

“Nós criamos o argumento de inclusão. Optamos por trabalhar com a condição socioeconômica do aluno que é verificada pela origem de sua formação escolar – se na rede pública ou privada”, explica o reitor. O argumento de inclusão é uma bonificação de cerca de 10% em cima da nota do aluno que cursou o ensino fundamental e médio na escola pública. Mas para ter direito a esse bônus, ele precisa passar na primeira fase do vestibular.

Para os que conseguem ultrapassar a barreira da concorrência com alunos da rede privada, ainda restam outros obstáculos. “Uma formação deficiente na educação básica faz diferença ao longo do curso de graduação”, acredita Cláudia Santa Rosa. Ela compara a educação à estrutura de um prédio: “quando os alicerces não são bem feitos, quando a base é deficiente, há um grande risco dessa estrutura desabar”.

Tanto a presidente do IDE quanto o reitor concordam em um ponto: o que vai resolver a questão definitivamente é a melhoria da qualidade da educação básica pública. “Quando eu cursei o ensino médio, quem entrava na UFRN eram os alunos da rede pública. A realidade mudou e precisamos retomar esse processo. Mas isso não acontece em cinco ou seis anos. É um processo de longo prazo, implementado através de políticas públicas eficazes”, diz Ivonildo Rêgo.

Reitor da UFRN defende argumento de inclusão

O assunto é polêmico: é justo dar uma pontuação extra ao estudante apenas por ele ter cursado o ensino fundamental e médio na rede pública? Há pelo menos cinco anos estudantes, professores e especialistas na área da educação debatem. O que há de concreto é que, justo ou não, o argumento de inclusão está abrindo as portas da universidade para jovens que, anteriormente, já se sentiam fora da briga por uma vaga.

Para se ter uma ideia, no ano passado, para o curso de medicina, seis estudantes entraram pelo argumento de inclusão. Este ano, foram 25. “A medida que os alunos vão observando que esse argumento de inclusão está funcionando, vai aumentando a confiança neles próprios, de que com esse bônus eles têm chances reais de serem aprovados”, diz o reitor da UFRN, Ivonildo Rêgo.

Para a doutora em Educação e diretora do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), Cláudia Santa Rosa, o bônus apenas tira o foco da verdadeira discussão que deve ser a melhoria da qualidade do ensino fundamental na escola pública. “É preciso que o Estado garanta o direito a educação pública de qualidade para que esses estudantes não tenham que recorrer a subterfúgios para ingressar na universidade”, afirma.

Correto ou errado, o fato é que o argumento de inclusão criou uma perspectiva para esses estudantes mais carentes. Um exemplo disso foi o primeiro lugar no vestibular deste ano conseguido por Jocekleyton Ramalho da Silva, aluno que cursou todo o ensino fundamental e médio em escola pública, morador de um dos bairros mais carentes da capital, e que conseguiu ser aprovado em medicina. “Essa história mostra para outros estudantes que eles têm condições de entrar na UFRN”, afirma o reitor Ivonildo Rêgo.


Agecom

Escolas do Rio Grande do Norte começam Ensino médio inovador

Ao final dos três anos, a carga horária somará 3.700 horas. Hoje o ensino médio tem 2.400 horas.

Currículo de 900 horas de estudos e 200 horas de atividades complementares por ano, 104 professores trabalhando em tempo integral, seis aulas de 50 minutos de segunda a sexta-feira.

É esse o perfil do Ensino médio inovador que o Rio Grande do Norte começou a implantar este ano no estado. As mudanças ocorrem em 11 escolas públicas que atendem 7.530 estudantes do primeiro ano do ensino médio. De acordo com a coordenadora do projeto no estado, Maria do Socorro Ferreira, a secretaria de educação decidiu implantar a reforma do currículo em um número reduzido de escolas e em turmas que ingressaram no ensino médio em 2010.

Para aumentar as atividades anuais e o número de horas de aulas – de 800 para 1.100 horas – um dos desafios foi ampliar a jornada dos professores. Como os contratos dos docentes no estado são de 30 horas semanais, a secretaria de educação ampliou a jornada de uma equipe de educadores para 40 horas semanais. A mudança visa atender um dos requisitos do projeto, que é o professor com dedicação exclusiva.

Outro desafio foi criar opções de atividades complementares para os 7.530 alunos, também obrigatórias no projeto. As 11 escolas oferecem dez tipos de atividades com carga horária semestral que varia entre 20 e 60 horas. Cada aluno escolhe as atividades que praticará, desde que, no conjunto, some o mínimo de 100 horas semestrais.

Artes e produção cultural, produção e tradução de textos e literatura, saúde e prevenção na escola, tecnologias da informação e comunicação estão entre as dez opções. Parte dos recursos que as escolas recebem do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), repassados pelo governo federal, informa Maria do Socorro, será investida em atividades culturais.

Visitas para conhecer o patrimônio arquitetônico e cultural da cidade, comunidades quilombolas, museus, feira de livros e participação em festivais literários integram o projeto. Aulas práticas em laboratórios e oficinas também caracterizam a experiência que o Rio Grande do Norte começou a desenvolver em março deste ano.

Pernambuco – O Ensino médio Inovador em Pernambuco reúne 17 escolas públicas onde estudam 10.341 alunos do primeiro ano do ensino médio. Para dar conta das atividades, a secretaria estadual de educação designou 51 professores com jornada integral, sendo três por escola (um de linguagens, um de ciências humanas e um de ciências da natureza), que fazem a articulação com os outros docentes.

Letícia Ramos da Silva, que coordena o projeto no estado, diz que ao ficar na escola o dia todo, o educador de tempo integral desenvolve uma série de tarefas, entre elas, articular com os outros professores as disciplinas da sua área de conhecimento, orientar e acompanhar as atividades dos alunos dentro e fora da escola.

A formação integral do adolescente, diz Letícia, é o centro do projeto. Para construir a grade de atividades complementares, as escolas de Pernambuco ouviram os alunos e suas famílias.

Resgate das raízes culturais do estado, tais como o reizado e a dança do coco, foram contribuições dos estudantes. Oficinas de teatro, produção de documentários e revista eletrônica, como fazer um diário de bordo, iniciação científica e pesquisa de campo, também são opções.

Segundo Letícia Ramos da Silva, nas escolas do projeto os alunos têm atividades integrais em dois dias da semana, com almoço na escola. No conjunto, os alunos terão 1.250 horas de aulas e atividades por ano. Ao final dos três anos, a carga horária somará 3.700 horas. Hoje o ensino médio tem 2.400 horas.

Vooz

Olimpíada da Língua Portuguesa encerra inscrições nesta sexta-feira 14 de maio

Evento envolve alunos e professores
As secretarias estaduais e municipais de educação e os professores de língua portuguesa das redes públicas de ensino têm prazo até amanhã,&nbsp14/05, para aderir e fazer a inscrição na Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. A expectativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, promotores do evento, é de que 9 milhões de estudantes participem da competição. 

Com o tema o lugar onde vivo, professores e estudantes são convidados a trabalhar textos de quatro gêneros literários. Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental (quarta e quinta séries) vão desenvolver a poesia sétimo e oitavo ano (sexta e oitava séries), textos no gênero memória nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião. 

Dados do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), entidade que coordena o concurso, indicam que a média de inscrições por semana varia de 10 mil a 15 mil, daí a importância de fazer um esforço nesta última semana para duplicar a participação. Em 2008, a olimpíada teve a adesão de 4.575 municípios e de 130 mil professores. A expectativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, promotores do evento, é de que 98% dos municípios, 200 mil professores e 9 milhões de estudantes participem do concurso. 


Etapas - Dividida em etapas, a seleção de textos dos alunos começa na escola, depois acontece no município, no estado, na região e em âmbito nacional. A premiação, conforme o regulamento, é para o aluno, o seu professor e a escola. Os 500 semifinalistas receberão medalhas de bronze e cupons para a retirada de livros durante os eventos regionais os 152 finalistas receberão medalhas de prata e um aparelho de som os 20 vencedores (cinco por gênero literário) receberão medalhas de ouro, um computador com impressora as escolas onde estudam os vencedores receberão dez computadores, uma impressora e livros para a biblioteca. 

Nesta edição, o Mec convida os professores dos 152 alunos finalistas a escrever um texto-memória sobre a participação na olimpíada em 2010. Os autores dos 28 melhores relatos receberão DVDs. 

Secretaria Estadual de Educação

Aula Prática

Aula Prática
Aula prática no laboratório de Histologia da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (FACISA/UFRN)

1º Turma do Cursinho

1º Turma do Cursinho
Alguns alunos

Processo Seletivo

Processo Seletivo
Concetração

I Simuladão da UFRN

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Simuladão aberto a comunidade norte-riograndense, mais de 160 pessoas inscritas

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